A tecnologia é o principal motor da economia contemporânea, mas o acesso às suas ferramentas e oportunidades ainda é desigual. Dados de institutos de pesquisa apontam que, embora as mulheres representem a metade da população, elas ocupam menos de 25% dos cargos de liderança e técnicos na área de TI no Brasil. Quando cruzamos esses dados com o recorte de raça e a realidade do Nordeste, a subrepresentação de mulheres negras e LBT+ evidencia a urgência de ações afirmativas estruturadas.











