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16 | ago | 2026

O Ministério da Saúde realiza a terceira edição do Seminário Nacional do Programa Brasil Saudável o evento reúne lideranças da sociedade civil organizada, gestores e técnicos do Ministério para discutir as ações e estratégias do programa, em um esforço para acabar com as doenças negligenciadas, na perspectiva dos determinantes sociais em saúde, o evento acontece no centro de convenções Ulisses Guimarães e é uma atividade que antecede o Med Trop: Congresso Brasileiro de Medicina Tropical e o Workshop Nacional da Rede TB.

A participação da Motirô BA no evento reforça o compromisso da organização em promover saúde e acesso às populações em maior vulnerabilidade social, apresentando os resultados dos projetos que ampliam o acesso à prevenção e tratamento da tuberculose e da ILTB, além de promover conexões e trocas com outras organizações e parceiros.

O projeto Akanni: Acolher e Cuidar é um projeto da Motirô BA que foi destaque nacional pela articulação intersetorial que promoveu durante sua primeira fase de implementação onde contou com o apoio e financiamento do Ministério da Saúde através da OPAS, após essa primeira fase de implementação o projeto passa a contar com o apoio institucional da Fiocruz através de um convênio de cooperação técnica para a produção de conhecimento e o apoio financeiro da Qiagem que através de uma parceria além do fornecimento de Kits IGRA aporta recursos para a manutenção das atividades do projeto, essa parceria reforça o compromisso em promover saúde e ampliar o acesso ao tratamento e cura da tuberculose em especial nas populações mais vulneráveis como a população em situação de rua.

A Motirô BA tem implementado diversas atividades para promoção de saúde e qualidade de vida das pessoas em especial aquelas que mais necessitam na cidade de Salvador, o Checkpoint Xica Manicongo começará em setembro a ofertar testagem para HIV, ISTs, ILBT e apoio terapêutico para comunidade LGBTQIAPN+ e para população em situação de rua, além de realizar atividades extramuros no campo da tuberculose e do HIV, reforçando a promoção de saúde coletiva, além da produção de conhecimento e replicação das tecnologias sociais para a atenção à saúde, fator que garante não só mais acesso, e sim equidade no acesso para quem mais precisa.

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